terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A vida é bela


O filme conta a história de um judeu chamado Guido. Sua vida nos dá a maior lição de todas: a felicidade. Desde o primeiro minuto do filme vemos que Guido é engraçado, bem humorado, esperto, romântico e feliz.
Ao avistar bela Dora, uma ariana, decide conquistá-la. Até chega a pedir à Maria a chave do coração da donzela. Sempre se mostrou cavaleiro. E no final consegue conquistá-la. Ela não é tão preconceituosa. Depois de um tempo lhe dá o pequeno Giosuè.
Só que durante a Segunda Guerra Mundial, os judeus eram levados para os campos de concentração. Guido luta para manter o filho vivo lá dentro sem que ninguém veja. Mas Giosuè era apenas uma criança. Não podia descobrir que poderia morrer a qualquer momento se fosse encontrado. Então o grande Guido inventa uma história: eles estavam num jogo e precisavam ganhar para receber o grande prêmio - um tanque de guerra de verdade. E para ganhar o garoto não podia ser visto por ninguém. Assim o garoto iria se manter à salvo enquanto o pai ia trabalhar na metalúrgica carregando bigornas e sentindo um imenso calor dos fornalhas.



Todo o filme conta como o pai conseguiu convencer o filho que o campo de concentração era apenas um jogo até o final da guerra. O pai foi intérprete de alemão, ensinou as crianças arianas a importância do umbigo, declarou seu amor por Dora pelo alto-falante do campo, brincou de pique-esconde com o filho e fez várias outras coisas pensando na segurança do pequeno Giosuè.
Não é por nada que o filme ganhou sete indicações e três oscars - melhor filme de língua estrangeira, melhor ator (Roberto Benigni - Guido) e melhor trilha sonora original. O filme nos faz rir, nos emociona, nos ensina, nos revolta. Ótimo filme para ver com os amigos ou com a namorada(o).


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